Falando no meu avô, quando ele faleceu, eu não me senti muito surpreso. Não sei se foi como um choque ou algo assim... Eu amava muito ele, era como um pai para mim. E agora, dois anos depois de sua morte, eu comecei a assimilar pessoas com ele.
Semana passada, num evento na faculdade, um professor aposentado foi nos dar uma palestra sobre reciclagem. Ao ver aquele senhor de cabelos grisalhos, nariz ligeiramente inclinado para baixo, sentado em uma cadeira esperando para falar, me lembrou automaticamente dele. Ao termino da palestra, ao me despedir, ele agradeceu minha paciência para ouvir até o final. Na hora até me atropelei nas palavras para responder, e sai da sala. Indo para casa, comecei a sentir remorso por não ter falado direito com aquele senhor, de expor que era uma honra que ele estivesse lá, dando o tempo dele para nós, para nos passar sua experiência. Será que parte desse remorso veio de reminiscências da memória pelo meu avô?
Semana passada, num evento na faculdade, um professor aposentado foi nos dar uma palestra sobre reciclagem. Ao ver aquele senhor de cabelos grisalhos, nariz ligeiramente inclinado para baixo, sentado em uma cadeira esperando para falar, me lembrou automaticamente dele. Ao termino da palestra, ao me despedir, ele agradeceu minha paciência para ouvir até o final. Na hora até me atropelei nas palavras para responder, e sai da sala. Indo para casa, comecei a sentir remorso por não ter falado direito com aquele senhor, de expor que era uma honra que ele estivesse lá, dando o tempo dele para nós, para nos passar sua experiência. Será que parte desse remorso veio de reminiscências da memória pelo meu avô?
